sábado, 14 de julho de 2012


A disciplina "Oficina de Literatura Infanto-juvenil aconteceu no mês de julho no município de Gurupá-Marajó. Nessa disciplina procuramos enfatizar a importância da Leitura para a formação do professor e dos próprios alunos. Além disso, buscamos um diálogo entre o texto literário e o texto fílmico, indicando para seminários filmes como: "A garota da capa vermelha", "A fantástica fábrica de chocolate", "O Mágico de Oz", "A Bela e a Fera", "O Gato de Botas", entre outros filmes. A turma de Gurupá demonstrou grande interesse e relação aos temas estudados na disciplina. Os alunos ainda enfatizaram que por meio dos temas estudados será possível criar aulas mais dinâmicas e criativas nas escolas em que trabalham. 
Ministrar essa disciplina foi um prazer indescritível, pois trocamos experiências, já que todos os alunos são também professores da cidade e da Zona rural de Gurupá. A convivência com os alunos foi essencial nesse processo, já que os alunos se mostraram interessados em todo o desenvolvimento da disciplina ministrada.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

PARFOR GURUPÁ (LETRAS)


A disciplina Teoria do texto poético aconteceu no curso de Letras-Parfor no município de Gurupá, no início de 2012. Esse importante município do Arquipélago do Marajó foi um espaço visitado por Dalcídio Jurandir no início do século XX, 1929. Na disciplina, ampliou-se o sentido de poético, no sentido de alcançar outros domínios semióticos, semiológicos e intersemióticos.

sábado, 23 de junho de 2012



O VI ECLEB VAI COMEÇAR EM BREVES/MARAJÓ


O Encontro do Curso de Letras em Breves constitui um evento organizado exclusivamente pelos estudantes. Desde o início, o ECLEB segue um princípio de organização, que já se caracterizou como uma regra que define quem o organiza, ou seja, toda turma concluinte tem a responsabilidade do encontro. A turma é coordenada por um professor que fica responsável em dá todo o suporte acadêmico, assim como a Faculdade, responsável num apoio mais geral. Na edição deste ano, a turma responsável pela organização do VI ECLEBé a Turma de Letras 2009, sob a coordenação do professor da FALE-Breves Celso Francês Júnior. Contando com um total de cinco professores, dos quais, dois tem função administrativa; um técnico e cinco turmas de Letras, o ECLEB não abre mão de nenhum dos participantes que fazem parte da Faculdade, ou seja, todos estão inclusos no projeto do Encontro, trabalhando de forma direta ou indiretamente.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

MINICURSO: CARTOGRAFIAS ORAIS NA AMAZÔNIA E NO MARAJÓ: PESQUISA DE CAMPO, METODOLOGIAS E SEMIÓTICAS CULTURAIS


CARTOGRAFIAS ORAIS NA AMAZÔNIA E NO MARAJÓ: PESQUISA DE CAMPO, METODOLOGIAS E SEMIÓTICAS CULTURAIS", ministrado pelos professores Luiz Guilherme dos Santos e Danieli dos Santos Pimentel, teve como objetivo fazer uma cartografia dos mitos e lendas da região do Salgado (município de Colares) e Marajó (Breves - obra de Dalcídio Jurandir). A base teórica dessas discussões passou pela obra de Martin-Barbero, Jerusa Pires Ferreira, Betty Midlin, entre outros estudiosos da semiótica da cultura e das cartografias orais.

UM POEMA PARA SANTANA - JERUSA PIRES FERREIRA

Breviário


Santana festeja a vinda
do grande barco
que acaba de
varar o estreito
vencer a morte
clarear a noite
em Breves de Marajó
o giro de um outro
este tão pequeno
no entorno
escreve partes do nome
da cidade santa
Jerusalém
traça um esboço
um destino
homem e mulher sob a lua
jesuítas e índios
negros caboclos e todos
Ao leu dos perigos
tantos barcos a passar
buscavam no escuro
orações-fortes
breves resumos amuletos
por isso a cidade festejada
antigo engenho dos irmãos
e o nome
que a eterniza
em seu aflito
pedido de proteção
que ela sobreviva
aos decibéis
aturdidores
e a tantas cobiças

In Sete cromos para Breves; plaquete produzida por Giordanus com o apoio de Ateliê Editorial, em tiragem de 100 exemplares. Primavera de 2010, São Paulo.
Foto: Luiz Guilherme dos Santos (Festa de Santana 2011 - Breves/Marajó.
 
O V ECLEB ocorreu com as bênçãos de Santana, Padroeira de Breves.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

DALCÍDIO JURANDIR: TRAVESSIAS DE UM CARTÓGRAFO DO MARAJÓ




“Era a ilha que se atravessava no meio da luta entre o Atlântico e o Amazonas para que os dois rivais fizessem as pazes, deixando-a estirar vagarosamente as suas terras. Mal nascendo nos charcos de Breves, madura nos tesos de Ponta de Pedras e no barranco de Joanes, desenhando os campos de Cachoeira, as dunas de Soure, inchada de mondongos, Marajó que lhe parecia de lodo e aninga, búfalos, cemitérios, indígenas e bandos de aves pernaltas dominando a encharcada paisagem”.



(Três Casa e Um Rio – Dalcídio Jurandir)